quarta-feira, 29 de abril de 2015

O tamanho importa

Tempo para mais uma anedota: carros comerciais em lugares de estacionamento reservados a famílias numerosas.

sábado, 25 de abril de 2015

A fechar o dia 25, boa noite

Ando intrigada

Algum entendido da matéria me explica a diferença entre o leite normal e o leite "profissional para cafetaria" (ou assim anuncia o pacote) que utilizam nos cafés? 
Fico sempre na dúvida se será mesmo leite da vaquinha o que me estão a servir, ou se se trata de alguma combinação 1/10 de leite para 9/10 de um qualquer substituto manhoso, sobre o qual prefiro nem divagar muito.

Faz de conta que recuámos uma semana

Não se está nada mal na Figueira da Foz.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Já não há cavalheiros

Cedo passagem a um tipo qualquer na estrada, e a seguir ele rouba-me o lugar de estacionamento. O que é feito da velha máxima "amor com amor se paga"?

terça-feira, 21 de abril de 2015

Bastidores

Inscrever os rebentos numa actividade desportiva é muito giro, faz bem à saúde, eles aprendem o companheirismo e o espírito de equipa, com sorte tornam-se craques e ainda nos proporcionam uma velhice feliz e desafogada. Tudo muito bonito.
Mas ninguém fala de um ponto fulcral. É que quando os putos são mais pequenos, não basta deixá-los à porta e ir buscá-los uma hora depois. É preciso acompanhá-los até ao balneário, veste, despe, toma banho, aperta os atacadores, não corras descalço. E em sendo uma situação mãe+filho rapaz, qual é o cenário ideal? Vai o miúdo enfiar-se num balneário repleto de maminhas e fios dentais? Ou vai a mãe para o masculino, para meros fins pedagógicos? O mesmo se aplica a pai+filha rapariga.
Mais ninguém se intriga com estas questões?
 
Sim, no meu ginásio há aulas para crianças. Sim, hoje tive um miúdo com os olhos cravados nas minhas mamas durante demasiado tempo.

Deslarguem-me

É preciso uma grande dose de paciência para conversar com aquelas pessoas que estão constantemente a tocar-nos, a agarrar-nos a mão, a dar toquezinhos no braço, a respirar-nos quase no pescoço. Parece que falam através de um código morse táctil. E paciência é coisa que muitas vezes me falha. Dêem-me espaço, caraças.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Sol de pouca dura

Não sei que espírito baixou sobre mim para ontem, após uma noite de serviço na farmácia, ter acordado com despertador, propositadamente para ir ao ginásio. Pelo sim, pelo não, vou consultar um especialista. Temo que isto seja uma daquelas paranóias que aparecem três dias antes morrer, e eu já tinha planos para o fim-de-semana.