quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

País tropical

O meu irmão é acérrimo defensor da teoria de que todos os animais existem por algum motivo e são essenciais para o equilíbrio cá do sítio. Dá sempre o exemplo dos escaravelhos-bosteiros, esse bicharoco cheio de charme que parece inútil mas vai-se a ver e o trabalho dele até é importante.
Eu não consigo concordar. Não vejo outra utilidade nas melgas além de me atacarem os tornozelos e me tirarem horas de sono.  Elas também não devem ver utilidade em mim além de um snack a meio da noite, é assim a vida. Mas melgas em Janeiro, caraças? Perderam o voo para terras quentes?

domingo, 10 de janeiro de 2016

Vou ter muito tempo p'ra matar essa saudade

Um cenário que já não via há muito tempo: domingo de manhã e o chão da sala cheio de aparas de borracha.
Tenho pouco para contar. Trabalho, casa, estudar, estudar, fazer exames, trabalho, estudar, dentista, ginásio (para bem da minha sanidade mental que, por este andar, vai durar pouco). Litros de café, chá, só me falta a limonada. Não sei onde é que estava com a cabeça para achar que juntar um mestrado às quarenta horas de trabalho semanais, com turnos de noite e tudo e tudo, era boa ideia.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Resolução dos próximos anos novos

E o primeiro dia do ano, foi espectacular? Deixaram de fumar, tiveram uma alimentação mais saudável, acordaram cedo para fazer exercício, foram produtivos até mais não?
 
Eu e a gata passámos o dia no sofá. A estudar química farmacêutica. Mesmo, mesmo o que estava a apetecer.

e dezasseis

"May your coming year be filled with magic and dreams and good madness. I hope you read some fine books and kiss some someone who thinks you're wonderfull, and don't forget to make some art - write or draw or build or sing or live as only you can. And I hope, somewhere in the next year, you surprise yourself."

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Um Ano cheio de sorrisos!

Agora sim, e antes que aconteça mais alguma, balanços

Assim de repente, parece que 2015 passou ao de leve e eu nem dei por ele. Mantive o mesmo emprego, a mesma casa, o mesmo carro. Tudo na mesma, certo?
Depois ponho-me a pensar. 2015 foi o ano em que... Entrei no mestrado. Adoptei uma gata. Comecei a usar aparelho ortodôntico. Fui tia pela segunda vez. Consegui manter uma relação fiel com um ginásio. Passei umas férias muito jeitosas aqui. Visitei um cardiologista e diagnosticaram-me uma doença que sim senhor. Entrei, pela primeira vez, no Coliseu de Lisboa (e logo para ver o Tiago Bettencourt). Criei este blogue, que foi sem dúvida a maior obra do ano.
 
Ah, e andei de reboque.

Vivendo e aprendendo

Nunca escrever o balanço do fim de ano antes das 23h59 de dia 31. Pode acontecer escreverem que o vosso carro nunca deu o berro num parque de estacionamento subterrâneo, que nunca andaram de reboque, que nunca doaram generosamente o vosso subsídio de Natal a uma oficina. Num instante isso muda.